"Tudo que o homem não conhece não existe para ele. Por isso o mundo tem, para cada um, o tamanho que abrange o seu conhecimento." Carlos Bernardo González Pecotche

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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Maio de 68

A série "Maio de 68" da TV CULTURA aborda os movimentos sociais e estudantis que ocorreram em todo mundo no ano de 1968. No dia 03 de maio de 1968, data que estudantes franceses ocuparam a Sorbonne, universidade mais tradicional da França e que serviu como estopim para outras manifestações importantes em todo o país.
1. MAIO DE 68 | O INÍCIO DOS MOVIMENTOS UNIVERSITÁRIOS
Há 50 anos, os jovens universitários de Paris davam início ao movimento de 68, que provocou mudanças em várias partes do mundo. A TV Cultura dá início a uma série de reportagens sobre este fato histórico. Os repórteres Rodrigo Piscitelli, de São Paulo, e Carla Destro, de Paris, contam como tudo começou.

2. MAIO DE 68 | MOVIMENTOS EM PARIS E A DITADURA MILITAR NO BRASIL
Enquanto em Paris os jovens saiam às ruas para reivindicar liberdade sexual, no Brasil começava a fase mais sombria da ditadura.

3. MAIO DE 68 | A IMPRENSA BRASILEIRA
O que acontece hoje em dia é bem diferente de cinquenta anos atrás, quando as notícias eram transmitidas por telex. Acompanhe como a imprensa brasileira cobriu os acontecimentos importantes daquele ano na França e no Brasil.

4. MAIO DE 68 | MUDANÇAS COMPORTAMENTAIS E AVANÇOS DOS DIREITOS HUMANOS
O movimento de maio de 1968 em Paris ultrapassou os limites da França. Provocou mudanças de comportamento e avanços dos direitos humanos ao redor do mundo. Cinquenta anos depois, o que se consolidou e o que retrocedeu na sociedade?

5. MAIO DE 68 | COMO SÃO OS PROTESTOS NO MUNDO CADA VEZ MAIS DIGITALIZADO?
A revolta dos estudantes em Paris reverberou pelo mundo como estopim de uma revolução comportamental. Hoje, as redes sociais são o chamariz para que as pessoas ocupem as ruas.

Fonte: TV CULTURA

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

+Brasileiros – Série Completa

Composta de 26 episódios com duração de 26 minutos cada, a série apresenta de maneira leve e informativa a vida e a obra de importantes personalidades brasileiras.
Através de imagens do biografado, bem como de depoimentos de historiadores e familiares, a série oferece a oportunidade de conhecer um pouco mais da vida pessoal e pública desses personagens que marcaram a história do país.

Direção: Thadeu Vivas / Marco Chagas
Ano: 2014
Áudio: Português
Duração: 26 min. cada episódio
Primeira Temporada

Ep. 01 - Getúlio Vargas
Getúlio Vargas é um importante personagem histórico brasileiro. Chegou ao poder com a “Revolução de 30”, que depôs o último paulista a ser eleito presidente através do voto. Vamos conhecer o homem que foi presidente pelo período mais longo da história do país. Como passou de centralizador e autoritário a realizador de importantes reformas trabalhistas.

Episódio 02 - Dom Pedro I
Dom Pedro I, apesar do sangue português, com certeza possuía alma brasileira. Talvez tenha sido o primeiro herói nacional e com certeza o primeiro após a Declaração da independência. Por este ato foi eternizado na memória do povo e sua célebre frase Independência ou Morte!”, até hoje ecoa pelo Brasil.

Episódio 03 - Machado de Assis
Machado de Assis foi e é o maior escritor brasileiro de todos os tempos. Filho de um pintor de paredes e criado no morro do Livramento. Não teve educação escolar e ainda assim conseguiu chegar ao panteão dos escritores. Não frequentou grandes colégios muito menos uma universidade e se tornou jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo.

Episódio 04 - Oswaldo Cruz
Oswaldo Cruz foi tão importante para política de saúde pública brasileira, que até hoje suas ações estão em vigor no país. Doutor em medicina, com passagem pelo prestigioso Instituto Pasteur, foi quem iniciou a luta pela erradicação da peste Bubônica, da febre amarela e da Varíola, no Brasil. Implementou a vacina obrigatória e por este motivo enfrentou a Revolta da Vacina.

Episódio 05 - Rui Barbosa
Rui Barbosa pode ser considerado a prova viva de que uma boa educação e o gosto pelas palavras podem mudar um país. Dotado de grande poder na arte da oratória, Rui Barbosa, lutou pela abolição da escravidão, pela justiça e por direitos eleitorais para todos os brasileiros.

Episódio 06 - Marechal Deodoro da Fonseca
Em 1891 Marechal Deodoro da Fonseca foi eleito o primeiro presidente do Brasil. Esse momento marcou a história nacional pois o país deixava de ser uma Monarquia e passava a ser uma República. Conhecido por ter recebido a maior patente já concedida a um militar brasileiro, “Generalíssimo de Terra e Mar”, Marechal Deodoro da Fonseca marcou o início do período conhecido como Primeira República.

Episódio 07 - Santos Dumont
O pai da aviação brasileira, Santos Dumont, teve sua vida marcada pela vontade de voar. Inventor e aviador, Ele entrou para história mundial da aviação em 1906, com o 14 BIS. Sua vida confunde-se com a realização do sonho de voar do homem. Jamais pensou que o avião pudesse ser utilizado em guerras. Até sua morte expressou seu desejo de ver o avião como ferramenta de união dos povos.

Episódio 08 - José de Anchieta
Com a missão de catequizar os índios, que habitavam a recém descoberta colônia de Portugal, o Padre José de Anchieta chegou ao Brasil em 1553. Repleto de natureza e índios, que nada sabiam sobre a cultura e a religião Europeia, Anchieta fez deste povo o berço desta nação que se tornou o nosso querido Brasil.

Episódio 09 - José do Patrocínio
Nesse programa vamos conhecer a trajetória de José do Patrocínio, filho de um padre e de uma escrava, que travou uma verdadeira batalha pela abolição da escravatura no Brasil. Influenciado pela realidade do país, em 1853, onde mal tratos e castigos aos escravos eram parte da rotina, ele se torna o “Tigre da Abolição” e o primeiro jornalista militante do Brasil.

Episódio 10 - José de Alencar
Considerado o “Patriarca da literatura Brasileira”, José de Alencar formou-se em direito. Posteriormente tornou-se advogado, jornalista, político, orador, romancista e teatrólogo. Foi também o primeiro a propor o rompimento com a tradição portuguesa e a influência europeia. Buscava uma literatura verdadeiramente brasileira.

Episódio 11 - Joaquim Nabuco
O abolicionista Joaquim Nabuco, foi mais do que tudo, um pensador a sociedade brasileira. Além de exímio diplomata, com importante carreira internacional, foi também jornalista, orador, poeta e romancista. Escreveu importantes contribuições para literatura brasileira e inaugurou, junto com Machado de Assis, a Academia Brasileira de Letras.

Episódio 12 - Barão do Rio Branco
Barão do Rio Branco foi diplomata, advogado, geógrafo e historiador brasileiro. Foi Ministro das Relações Exteriores durante os mandatos dos presidentes Rodrigues Alves, Afonso Pena, Nilo Peçanha e Hermes da Fonseca. Foi promotor público em Nova Friburgo e deputado por Mato Grosso, ainda na época do Império. Foi Consul Geral do Brasil em Liverpool.

Episódio 13 - Dom Pedro II
Dom Pedro II foi o segundo e último monarca do Império do Brasil, tendo reinado o país durante um período de 58 anos. Nascido no Rio de Janeiro, foi o filho mais novo do Imperador Dom Pedro I do Brasil e da Imperatriz Dona Maria Leopoldina. A abrupta abdicação do pai e sua viagem para a Europa tornaram Pedro imperador com apenas cinco anos.


Segunda Temporada

Episódio 01 - Portinari
Desde cedo, Portinari apresentou seus dons para a pintura. Nascido em Brodowski, São Paulo, veio para o Rio de Janeiro estudar artes e logo se destacou, ganhando um prêmio dentro de sua escola, que lhe rendeu uma viagem a Europa. Através de sua pintura moderna, arrojada e única, apresentava a triste realidade e os problemas sociais do nosso país.

Episódio 02 - Bezerra de Menezes
“O médico dos pobres”, assim era conhecido o Doutor Bezerra de Menezes. Saiu de sua cidade, no interior do Ceará, e veio para o Rio de Janeiro estudar medicina, sua grande paixão. O que o diferenciava dos outros médicos? Uma enorme compaixão e espírito de caridade. Fez carreira na política e, ao ser apresentado ao espiritismo, assumiu publicamente a sua posição, causando muita polêmica.

Episódio 03 - Tiradentes
Tiradentes foi o mártir da Inconfidência Mineira, conflito ocorrido no século XVIII no estado de Minas Gerais. O + Brasileiros apresenta a sua história e a de seus companheiros; as causas que defendiam, a luta e as traições sofridas. Tiradentes era um homem simples, mas letrado. Envolveu-se no movimento pela independência de sua capitania e acabou assumindo sozinho a responsabilidade.

Episódio 04 - Luiz Carlos Prestes
Prestes foi um homem raro. Determinado, crente na justiça e em seus valores. Nunca desistiu, e dedicou sua vida a defender o que acreditava. Foi um dos líderes do movimento Tenentista e da Coluna Prestes, o que lhe rendeu o nobre apelido de “Cavaleiro da Esperança”. Quando conheceu o Marxismo, se encantou com a doutrina e, a partir daí, tornou-se comunista. Foi preso, torturado e exilado.

Episódio 05 - Princesa Isabel
Princesa Isabel poderia ter sido só mais uma princesa. Entretanto, um gesto nobre, que rendeu a perda da coroa de sua família, a diferenciou. No dia 13 de maio de 1888, ela assinou a Lei Áurea, e libertou todos os escravos do Brasil. Pouco tempo depois, o país virava república, e ela e sua família foram expulsas do Brasil. Uma mulher corajosa e nobre, em todos os sentidos, que mudou a história.

Episódio 06 - Chiquinha Gonzaga
Chiquinha Gonzaga definitivamente foi uma mulher à frente de seu tempo. Ela se separou de seu marido controlador, o que na época foi um escândalo enorme e resultou no afastamento de sua família, e foi viver de sua música. Pioneira no ramo, escandalizou a sociedade. Compôs inúmeras canções, conhecidas até hoje, foi maestrina, termo criado para ela, pois foi a primeira a assumir a posição.

Episódio 07 - Humberto Mauro
Humberto Mauro foi nosso primeiro grande cineasta, para muitos, é considerado como o Pai do Cinema Brasileiro. Através de seus filmes bucólicos, recheados com imagens rurais, trazia beleza e grandes cenas para a tela. Ele dominava a técnica, mas também contava com seu olhar único e sensível para dar personalidade e imortalizar suas histórias, dando origem a história do nosso cinema.

Episódio 08 - Betinho
Herbert José de Souza, mais conhecido como Betinho, foi uma das grandes personalidades que o nosso país já teve. Suas causas sociais e projetos beneficentes lhe renderam uma indicação ao Prêmio Nobel da Paz. Um homem que enfrentou uma doença por toda a sua vida, e que por causa dela, tinha pressa de viver e ver suas ideias concretizadas.

Episódio 09 - Nise da Silveira
Nise da Silveira foi uma psiquiatra do início do século XX que revolucionou a maneira de cuidar de seus pacientes. A doutora Nise se recusava a tratar seus pacientes com eletrochoques e outros procedimentos que considerava agressivos e foi em busca de terapias ocupacionais, descobrindo na arte uma forma de acessar o inconsciente.

Episódio 10 - Rachel de Queiroz
Rachel de Queiroz foi uma das nossas maiores autoras. Ela foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, se destacando ao escrever belissimamente as histórias do lugar onde nasceu: o nordeste brasileiro. Reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho, essa nordestina, sempre humilde e simples, ajudou a trilhar os caminhos da literatura no país.

Episódio 11 - Zélia Gattai
O +Brasileiros traz até vocês a história de Zélia Gattai, a paulista mais baiana que o Brasil já conheceu. Ela começou a escrever tarde, mas nem por isso seu trabalho passou despercebido, muito pelo contrário, escreveu belíssimas obras que lhe renderam uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. O eterno amor de Jorge Amado encantou a ele e a todos nós com sua voz doce e sua maneira singular.

Episódio 12 - Aleijadinho
Mito ou verdade? Até hoje não se sabe se o mestre do barroco e do rococó, um homem desfigurado, mas que produzia obras lindas, existiu mesmo, ou é fruto de um conto mineiro. Nesse programa aprofundamos o tema, e tentamos descobrir as pistas para chegarmos até a verdadeira identidade do homem que adornou inúmeras igrejas e construiu verdadeiros templos, como a igreja de São Francisco de Assis.

Episódio 13 - Glauber Rocha
Glauber Rocha foi um dos integrantes mais importantes do Cinema Novo, movimento iniciado no começo dos anos 1960. Com o princípio de "uma câmera na mão e uma ideia na cabeça", deu uma identidade nova ao cinema brasileiro, criando clássicos consagrados, como Deus e o Diabo na Terra do Sol, Terra em Transe e O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro. Um homem intenso e cheio de ideias.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Intérpretes do Brasil

Intérpretes do Brasil, de Isa Grinspum Ferraz, uma série de quinze entrevistas com grandes intelectuais brasileiros sobre a cultura, a religião e os diferentes grupos sociais de nosso país. Dos mesmos criadores do premiado "O Povo Brasileiro".

Direção: Isa Grinspum Ferraz
Ano: 2001, 2002
Áudio: Português
Duração: +- 19 minutos (cada episódio)




Disco I

- Notas sobre o Brasil, por Darcy Ribeiro
- Saberes, Manuela Carneiro da Cunha
- Pé na Estrada, por Paulo Vanzolini
- Portugal-Brasil, por Judith Cortesão
- O Sonho Português, por Roberto Pinho
- Vontade de Beleza, por Washington Novaes
- Mistura e Invenção, Hermano Vianna

Disco II

- Os Vários Brasis, por Aziz Ab’Saber
- Os Caipiras, por Antonio Candido
- Viva o Sertão, por Antonio Risério
- Leituras do Cotidiano, por Roberto Da Matta
- O Candomblé do Brasil, por Mãe Stella
- Presença Africana, por Carlos Serrano
- Mar de Escravos, por Luiz Felipe de Alencastro
- Negro de Corpo e Alma, por Emanoel Araújo

Siba Mais – Link

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Histórias da História de São Paulo

Histórias da História de São Paulo
Com Marco Antonio Villa
(Bacharel e Licenciado em História, Mestre em Sociologia e Doutor em História) 
Realização - Univesp TV
Direção: Ricardo Dias
Ano: 2012
Áudio: Português
Duração: +- 28 minutos

1º Episódio - Terra desolada (final do séc. XV e início do séc. XVI)
No primeiro episódio, o século 16. Os primeiros momentos daquela que hoje é a maior cidade do país, mas que por décadas foi apenas a vila mais distante do litoral paulista, numa época em que o Brasil ainda era apenas a América Portuguesa.

2º Episódio - Descoberta do ouro (última década do séc. XVII)
Procurado desde a chegada dos portugueses, o ouro é finalmente descoberto em grande escala, na última década do século XVII, por paulistas que se aventuravam atrás do metal precioso em Minas Gerais.

3º Episódio - O quadrilátero do açúcar (província de São Paulo - século XVIII)
A cana ajuda a expandir o território paulista, promove o estabelecimento de cidades no interior, faz fortunas e traz mudanças significativas na região, como a substituição dos escravos índios por negros

4º Episódio - A independência e São Paulo (província de São Paulo - primeira metade do século XIX)
A chegada da Corte Portuguesa ao Brasil, no século 19, trouxe mudanças para a então pobre e decadente São Paulo, que ganha importância política e econômica e tem papel decisivo no processo que leva à independência do Brasil.

5º Episódio - Novas ideias (cidade de São Paulo - século XIX)
A cidade de São Paulo que até os anos vinte do século 19 tinha sua população longe do núcleo urbano e mal falava o português , se transforma com a criação da Academia de Direito , atual Faculdade de Direito da USP . No Largo São Francisco nasce uma geração de escritores . Nascem também novas idéias que levarão a importantes transformações políticas no país , como o abolicionismo.

6º Episódio - O café no Vale do Paraíba (início do século XIX)
No sexto programa, o professor Marco Antônio Villa fala da importância do café para o Brasil do século XIX.
O café que vem do Caribe. A chegada a São Paulo pelas grande fazendas do Vale do Paraíba, passando pela exploração da mão de obra escrava e a abertura dos portos, até a transformação do Brasil no maior produtor do mundo.

7º Episódio - O café no Oeste Paulista (século XIX)
No sétimo programa da série, Marco Antônio Villa fala do impacto da produção do café para São Paulo do século XIX.
As cidades que nascem com a produção cafeeira; a transformação econômica; o impacto político e sua influência na proclamação da república; o desenvolvimento e expansão ferroviária, que promovem a circulação de ideias e fomenta a cultura.

sábado, 6 de junho de 2015

A resistência do escravismo

Por três séculos, o Brasil conheceu uma única forma de mão de obra: negros africanos escravizados. 
     O termo abolicionismo, no Brasil, é usado principalmente para indicar a luta contra a escravidão ocorrida na década de 1880, que teve como resultado a abolição da escravatura por meio da Lei Áurea em 1888. E antes de 1880, não houve luta contra a escravidão?
      Houve, é claro. Desde o século XVI, índios e negros escravizados lutaram por sua liberdade. É importante lembrar, que era uma luta contra a escravização a que eles haviam sido submetidos e não contra a escravidão como instituição. No mundo luso-brasileiro, os primeiros — e poucos - questionamentos à escravidão só apareceram na segunda metade do século XVIII.
     Chegamos então ao século XIX, que tem enorme importância para a história do escravismo no Brasil. Do início do século até a Lei Áurea, aconteceu de tudo com nosso sistema escravista. A população escrava aumentou continuamente até 1850, depois diminuiu continuamente até 1888. Em 1831, uma lei proibiu o tráfico negreiro; este, no entanto, prosseguiu como se a lei não existisse. Em 1845, com o Bill Aberdeen, a marinha inglesa passou a dar combate sem trégua aos navios negreiros; como resultado, o tráfico duplicou. Em 1848, os traficantes desembarcaram aqui 60 mil africanos escravizados, número recorde em toda a nossa História; quatro anos depois, o tráfico estava morto e enterrado!
     Que confusão! Cada hora a coisa anda para um lado diferente...! Mas você ainda não viu nada. Na década de 1820, várias pessoas importantes - inclusive José Bonifácio, o principal líder do movimento de Independência - se manifestaram publicamente contra a escravidão; nas três décadas seguintes, não se falou mais no assunto. Em 1871, para surpresa de muita gente, o governo apresentou o projeto da Lei do Ventre Livre. Surpresa ainda maior: apesar da resistência dos escravocratas, a Câmara de Deputados e o Senado, então controlados pelo Partido Conservador - que defendia a escravidão -, aprovaram o projeto. A maioria dos parlamentares das províncias do Norte e do Nordeste, que muita gente considerava "atrasadas", votou a favor do projeto; os representantes das três províncias mais ricas e tidas como "modernas", Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, votaram contra.
     Dez anos mais tarde, quando a campanha abolicionista já avançava a mil por hora, os abolicionistas consideravam a Lei do Ventre Livre ultrapassada e exigiam a abolição imediata, enquanto os escravocratas passavam a defender a Lei do Ventre Livre (justamente porque ela não determinava a abolição imediata).    
     Todos esses desencontros e idas e vindas deixam claro duas coisas. Primeira: o processo que levou ao término da escravidão não foi uma política planejada e depois cuidadosamente executada para acabar com a escravidão de forma gradual. Segunda: o sistema escravista brasileiro era muito mais complexo do que parecia à primeira vista.
     Essa complexidade foi em grande parte responsável pela "confusão" e pelas idas e vindas que acabamos de ver, na medida em que ela - a complexidade - ocasionava dois efeitos opostos. Por um lado, dava à escravidão flexibilidade e, aos escravos, espaço de negociação inexistentes nas demais sociedades escravistas da América. Por outro lado, isso contribuía para a manutenção do sistema escravista, pois flexibilidade e negociação facilitam a adaptação a novas situações econômicas e políticas e reduzem o risco de revoltas em grande escala.
     Vamos examinar dois exemplos práticos dessa situação, dentro do período que nos interessa: o século XIX.
     No Brasil, ser senhor de escravos não era privilégio de grandes fazendeiros. A escravidão era disseminada; por toda a sociedade. Era comum famílias pobres e mesmo libertos (ex-escravos) possuírem cativos. De modo geral, esses senhores de baixa renda possuíam poucos escravos - muitas vezes, apenas um ou dois - que executavam biscates e pequenos serviços, entregando a seus senhores parte do que ganhavam. Por um lado, isso dava a esses escravos maior liberdade de locomoção e até a possibilidade de juntar algum dinheiro. Por outro lado, dificultava o combate à escravidão, já que ela interessava não apenas à elite, mas a todas as classes de homens livres.
     Outro exemplo: no parágrafo anterior, nos referimos aos libertos. E como um escravo obtinha a liberdade sem ser através da fuga? Por meio da alforria, que podia ser concedida pelo senhor ou comprada pelo escravo. A alforria flexibilizava o sistema escravista, pois dava ao escravo a possibilidade legal de passar a ser livre. Ao mesmo tempo, reforçava o sistema, pois dava ao senhor mais um instrumento de controle sobre os cativos: a possibilidade de conceder ou não a alforria.
     Essas características deram à escravidão brasileira grande capacidade de resistir a pressões e de se adaptar a novas situações políticas e socioeconômicas. A resistência e a adaptação é que explicam todo aquele "vai e vem" que descrevemos no início deste texto. Diante de uma pressão, o sistema escravista respondia com uma mudança; a mudança provocava uma nova pressão, respondida com outra mudança e assim sucessivamente.
     A resistência, comandada principalmente pelas elites das províncias cafeeiras - Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais - funcionou satisfatoriamente até o início da década de 1870, quando então começou a se enfraquecer, devido a fatores tanto de ordem externa como interna.
     O isolamento internacional da escravidão após a derrota dos sulistas na guerra civil norte-americana era agravado pela posição da opinião pública dos principais países europeus, que consideravam a escravatura como algo indigno de povos civilizados. Para a elite brasileira, que tentava parecer o mais europeizada possível, isso criava uma situação extremamente constrangedora. Ficava cada vez mais difícil justificar a existência da escravidão.
     No Brasil, o tráfico interno de escravos não conseguia mais atender à crescente necessidade de mão de obra das regiões cafeeiras. Além disso, a transferência do Nordeste para o Sudeste de cerca de 400 mil escravos, arrancados de suas comunidades e famílias, provocou um considerável aumento da resistência dos cativos, com revoltas, fugas em massa e formação de quilombos.
     O aumento do preço dos escravos fez com que eles se concentrassem nas grandes fazendas, levando ao progressivo desaparecimento dos pequenos proprietários de escravos, o que contribuiu para a crescente deslegitimação da posse de escravos.
     Todos esses fatores esgotaram a capacidade do sistema escravista de responder às pressões que sofria. O maior sintoma desse esgotamento foi o extraordinário fortalecimento da campanha abolicionista na década de 1880, que levou à extinção da escravatura em 1888.

Fonte: Sistemas de Ensino Abril Educação/Coleção Alfa 5 : História do Brasil - Setor 1601 \ pág. 194 e 195
Saiba Mais – Links

Assista à reportagem: “Ecos da Escravidão”, que traça o longo e difícil caminho do cativeiro à abolição, a luta pela liberdade, as formas de alforria, os principais abolicionistas. Ainda analisa a polêmica: é possível ou não reparar os males deixados à população negra por anos e anos de trabalho escravo?
Os repórteres Carlos Molinari e Débora Brito foram aos principais polos de trabalho escravo no Brasil (Vale do Paraíba, Bahia, Pernambuco, Minas Gerais).

quinta-feira, 19 de março de 2015

A História Da Pobreza - Porque Pobreza?

A pobreza sempre fez parte de nossas vidas, mas nossas atitudes em relação a ela mudaram. Iniciando no período Neolítico, o filme de Ben Lewis, narrado por Shaun Parkes e animado pela empresa holandesa Submarine, nos leva a diferentes momentos da miséria no mundo. Se você sonhasse que ficou pobre ao longo dos tempos, ao acordar, qual seria sua visão da pobreza? Claro que ainda existem pessoas muito pobres, mas a pobreza atual está mais relacionada à desigualdade...

domingo, 15 de junho de 2014

Brasil no Olhar dos Viajantes

     O que nos define como brasileiros? Nossa alegria? Nosso “jeitinho”? Nossa cordialidade? O Brasil é formado por muitos Brasis. Já foi Pindorama, português e também espanhol, francês e holandês. Esta pluralidade é característica da nossa história.
     Povo alegre, festivo, preguiçoso, leviano, tosco, atrasado. Estes eram alguns dos termos usados por viajantes estrangeiros para descrever o jeito dos brasileiros na época da Colônia e do Império. Desde o século XVI, naturalistas de passagem pelos trópicos escreviam relatos sobre o clima, doenças e a precária infraestrutura, além de destacar a beleza natural da fauna e flora, assim como a hospitalidade dos moradores.
     Durante muitas décadas, a imagem do Brasil foi construída pelo olhar estrangeiro. Fosse por meio de documentos escritos ou através de desenhos e pinturas. Foi apenas no século XIX que o país começou a escrever sua própria História – ainda que sob influência do pensamento Ilustrado.
     A produtora do material, Lorena Maria e Silva, conta que, inicialmente, a equipe da TV Senado pensou em produzir apenas um documentário, mas se deparou com uma riqueza tão grande de fontes e pluralidade de temas, que decidiu desmembrar a ideia e prolonga-la numa série. A produção também conta com depoimentos atuais de historiadores e sociólogos.
Direção: João Carlos Fontoura
Ano: 2012-2014
Áudio: Português
Duração: 60 minutos/cada Episódio
Clique no nome do episódio para assistir On-Line

Nesse episódio será abordado os viajantes e aventureiros que vieram para o Brasil pouco antes na descoberta do continente americano e logo depois do descobrimento do Brasil. Os relatos dessa época, privilegiam a natureza exuberante e o habitante exótico e selvagem representado pela figura do índio.

Esse episódio retrata a missão religiosa na França Equinocial, a colonização holandesa em Pernambuco e a passagem de vários navegadores e comerciantes franceses e ingleses no litoral da Bahia, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Esses navegadores, em passagens pela costa brasileira, fazem descrições sobre os hábitos, sobre as cidades litorâneas e sua organização, sobre a relação entre colonos e escravos. Descrevem também o comportamento feminino e o caráter dos então habitantes do Brasil.

Esse episódio traz as missões artísticas, as expedições e os relatos de viajantes que vieram para o Brasil depois da vinda da família da real e do Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas.

O quarto episódio da série Brasil no Olhar dos Viajantes apresenta as viagens e expedições científicas dos estrangeiros que percorreram o país no século XIX e mostra a influência que seus relatos tiveram na construção da identidade nacional.

Saiba Mais: Link

domingo, 26 de janeiro de 2014

Histórias do Brasil a Série

Cotidiano, família e cultura na formação do povo brasileiro.
     O Brasil não conhece o Brasil. E os brasileiros conhecem ainda menos os brasileiros. Por trás dos clichês para consumo interno e dos estereótipos tipo exportação, da caricatura da alegria tropical à autocrítica amarga, há a história de um povo feito de pessoas muito diferentes umas das outras.
     Histórias do Brasil é uma série de dez docudramas, contando a história do Brasil, desde antes do descobrimento até os dias atuais, sob o prisma da chamada "história das mentalidades". Ela mostra não apenas os fatos, mas também os comportamentos, hábitos e costumes do povo brasileiro através dos séculos, por meio de conteúdo documental costurado a narrativas dramáticas ambientadas em dez períodos da nossa história.
     Para cada fase, uma história de ficção envolve personagens comuns que ajudaram a formar o Brasil. As narrativas dramáticas são construídas a partir de uma rigorosa pesquisa, e reproduzem fielmente os hábitos, as tecnologias e as formas de interação humana de cada período.
     Esta história da vida privada, contada a partir de elementos dramáticos ficcionais, se entrelaça com a narrativa documental, pontuada por entrevistas com historiadores e iconografia histórica, para revelar a formação do Brasil pela ótica da construção de um povo a partir de pessoas de diversas origens: colonizadores, escravos, imigrantes e nativos brasileiros.

Episódio 01 – Antes do Brasil, Cabo Frio, 1530
Acreditando tratar-se de um francês, um grupo de índios captura o alemão Franz Hessen. E como os franceses são considerados inimigos da tribo, o alemão poderá ser devorado pelos índios. A única saída para Franz é convencer Pero Dias, um português ganancioso que vive entre os índios, a desfazer a confusão.

Episódio 02 – Escravos no Engenho, Bahia, 1574
O engenho de Fernão Barreto é movido por braços de negros da terra, como são chamados os índios. Mas as fugas constantes, as doenças e as revoltas das tribos das redondezas fazem Barreto repensar a mão-de-obra de sua propriedade.

Episódio 03 – Guerra pelo açúcar, Pernambuco, 1645
Portugueses e brasileiros lutam para livrar Pernambuco das mãos holandesas. Endividado e ameaçado de perder seu engenho, João Azevedo não vê alternativa a não ser fazer negócio com os inimigos. Mesmo correndo o risco de perder sua vida.

Episódio 04 –  Entradas e Bandeiras, São Vicente, 1690
O mameluco Jerônimo domina os segredos da mata. Como guia de uma expedição bandeirante, é ele quem aponta o caminho, decifra os rastros dos animais, encontra comida e água. Jerônimo terá que usar todo o seu conhecimento para salvar a vida do jovem Pedro, seu patrão e meio-irmão.

Episódio 05 – Ouro e Cobiça, Ouro Preto, 1719
O artesão Manuel Correia confecciona imagens de santos. Com um detalhe: as imagens são ocas para esconder o ouro em pó contrabandeado por seu patrão Antônio Vidal. Apaixonado pela escrava Inácia, Manuel está prestes a cometer uma loucura por amor.

Episódio 06 – Leituras Perigosas, Rio de Janeiro, 1794
Membro de uma Sociedade Literária, o cirurgião Manuel Toledo está disposto a burlar o controle da Metrópole sobre a circulação de livros. Ele compra de um contrabandista uma edição das Fábulas de La Fontaine, que pretende fazer chegar ao maior número possível de leitores. Mas as autoridades estão na pista do contrabandista e podem descobrir os planos de Toledo.

Episódio 07 – O Sangrador e o Doutor, Rio de Janeiro, 1820
O ex-escravo Benedito é o maior sangrador e curandeiro da Cidade Nova. Aplica sanguessugas, arranca dentes e corta cabelo como ninguém. Graças a seu talento, consegue curar o rico advogado João Alencar. Mas nem seu talento o livrará de ter que explicar suas praticas religiosas suspeitas.

Episódio 08 – Vida e morte no Paraguai, Tuiuti, 1866
Toda história tem mais de uma versão. Três soldados conhecem três divertidas versões para o ferimento do amigo Alfredo, internado no hospital do acampamento. Mas os soldados vão descobrir que na guerra nada é divertido.

Episódio 09 – Propaganda e Repressão, Rio de Janeiro, 1942
O jovem jornalista Alves tem a oportunidade de conhecer o Estado Novo por dentro ao participar de uma reunião do Departamento de Imprensa e Propaganda. Inteligente, Alves causa boa impressão na reunião. Mas os ideais defendidos pelo DIP parecem não agradar o jovem.

Episódio 10 – O Sonho de Juscelino, Brasília, 1958
Brasília está quase pronta. Sebastião, mordomo do presidente Kubitscheck desde os tempos do Rio, passa o cargo para o jovem Nascimento. Apesar de compartilharem a admiração pelo presidente, os dois mordomos têm visões muito distintas sobre a nova capital.

sábado, 31 de agosto de 2013

Ferramenta educacional

Unicamp lança site com material de apoio para professores e alunos. Mapas, exercícios, imagens e vídeo-aulas aprofundam discussões em classe, incluindo História do Brasil e da África.
Desde maio, alunos e professores têm um novo portal para encontrar material de apoio à classe convencional. O e-Unicamp, recém-inaugurado pela instituição de ensino superior, reúne vídeo-aulas conduzidas por membros do corpo docente da universidade, além de ilustrações, animações e exercícios, separados por áreas de conhecimento, já disponíveis para download. O acesso ao conteúdo pode ser feito gratuitamente e também não há necessidade de se inscrever.
As grandes áreas foram divididas em Ciências Exatas e da Terra, Humanas, Artes e Biológicas e Profissionais da Saúde. Uma organização que permite a disponibilização de material tanto para o currículo de Ensino Fundamental e Médio, quanto para cursos técnicos ou graduação.
No que diz respeito à seção de História, por exemplo, há um mosaico de mapas do Brasil e do mundo, imagens e esquemas didáticos que podem ser utilizados para complementar aulas expositivas. Além disso, pode-se assistir a conferências de professores do Departamento de História que explicam brevemente - e em uma linguagem simples - suas pesquisas acadêmicas ou mesmo discussão historiográfica em pauta nas aulas de graduação, como Escola dos Annales, Micro História e História Social. A seleção de vídeos não foge de temas tradicionais do currículo básico como escravidão, História da África, História Medieval e Brasil Colônia.
     O site foi desenvolvido pelo Grupo Gestor de Tecnologias Educacionais (GGTE), em conjunto com as pró-reitorias de Graduação e de Pós-Graduação; e se propõe a incentivar o relacionamento entre docentes, alunos e a comunidade em geral.  Paralelamente, o usuário pode empregar o ToolDo, um software livre que permite desenvolver conteúdo multimídia, organizado em aulas, tópicos e páginas. Suas funcionalidades são acessadas por meio da internet, sem a necessidade de instalar software específico. O software administra as etapas de editoração antes mesmo da publicação.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Curso Preparatório para o ENEM

Para o novo ENEM, Concursos Públicos e Vestibulares. O Kit Preparatório para o Novo Enem possibilita ao aluno o conhecimento necessário para que ele tenha um bom desempenho na resolução da prova do ENEM. Contando com vídeo aulas, este curso foi elaborado por professores com ampla experiência em cursos preparatórios para os mais concorridos vestibulares.

Clique no nome do dvd para baixar

- Literatura Portuguesa;
- Literatura;
- Artes.

- Física;
- Química;
- Biologia.

- Física;
- Química;
- Biologia.

- Matemática.

sábado, 25 de agosto de 2012

Vestibulando Digital Matemática

Vestibulando Digital é uma série de vídeo aulas exibida e comercializada em DVD pela TV Cultura, que aborda os principais tópicos do ensino médio. Neste tópico você encontrará 55 aulas de matemática.
Áudio: Português


Aula 01: Potenciação
Aula 02: Radiciação
Aula 03: Fatoração
Aula 04: Conjuntos
Aula 05: Funções I
Aula 06: Funções II (Propriedades das Funções)
Aula 07: Funções de Primeiro e Segundo Graus
Aula 08: Inequações
Aula 09: Vértice da Parábola
Aula 10: Função Exponencial e Logaritmos
Aula 11: Função Logarítmica
Aula 12: Módulo
Aula 13: Progressão Aritmética I
Aula 14: Progressão Aritmética II
Aula 15: Progressão Geométrica I
Aula 16: Progressão Geométrica II
Aula 17: Matrizes; Aula 18: Matrizes e Determinantes.
Aula 19: Geometria Analítica
Aula 20: Equação da Reta
Aula 21: Retas - Posição Relativa
Aula 22: Geometria Plana I
Aula 23: Geometria Plana II
Aula 24: Polígonos e Quadriláteros Notáveis
Aula 25: Teorema de Tales, Semelhança de Triângulos e Teorema de Pitágoras.
Aula 26: Lugares Geométricos
Aula 27: Áreas de Figuras Planas
Aula 28: Relações Trigonométricas no Triângulo Retângulo
Aula 29: Funções Trigonométricas no Ciclo Trigonométrico I (Seno e Cosseno)
Aula 30: Funções Trigonométricas no Ciclo Trigonométrico II (Tangente)
Aula 31: Arcos
Aula 32: Relações Trigonométricas nos Triângulos Quaisquer
Aula 33: Circunferência
Aula 34: Cônicas (Elipse, Hipérbole e Arco de Parábola)
Aula 35: Prisma e Cilindro Circular
Aula 36: Pirâmides
Aula 37: Cones e Troncos
Aula 38: Esfera e Partes
Aula 39: Geometria Métrica (Exercícios)
Aula 40: Análise Combinatória I
Aula 41: Análise Combinatória II
Aula 42: Probabilidade I
Aula 43: Probabilidade II
Aula 44: Médias
Aula 45: Grandezas Proporcionais
Aula 46: Regra de Três Simples e Composta
Aula 47: Juros
Aula 48: Conjuntos Numéricos
Aula 49: Números Complexos
Aula 50: Função Polinomial
Aula 51: Polinômios
Aula 52: Equações Algébricas
Aula 53: Determinantes
Aula 54: Sistemas Lineares
Aula 55: Análise Dimensional

Vestibulando Digital - Física


Vestibulando Digital é uma série de vídeo aulas exibida e comercializada em DVD pela TV Cultura, que aborda os principais tópicos do ensino médio. Neste tópico você encontrará 25 aulas de física.
Áudio: Português
Duração: 13 Minutos (cada aula)

Aula 01: Cinemática
Aula 02: Movimentos
Aula 03: Vetores
Aula 04: Movimento Circular
Aula 05: Leis de Newton
Aula 06: Atrito
Aula 07: Força Resultante
Aula 08: Trabalho e Potência
Aula 09: Energia
Aula 10: Impulso e Quantidade de Movimento
Aula 11: Hidrostática
Aula 12: Termometria
Aula 13: Calorimetria
Aula 14: Transmissão de Calor e Dilatação Térmica
Aula 15: Gases Perfeitos
Aula 16: Termodinâmica
Aula 17: Espelhos
Aula 18: Refração da Luz
Aula 19: Ondulatória
Aula 20: Carga e Corrente Elétrica
Aula 21: Leis de OHM e Resistores
Aula 22: Geradores, Receptores e Potência
Aula 23: Eletrização e Força Eletrostática
Aula 24: Campo Elétrico e Potencial Elétrico
Aula 25: Campo Magnético e Dinâmica de uma Partícula