“Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso”. (Bertolt Brecht)

domingo, 16 de outubro de 2011

APROFUNDAMENTO:(2) DITADURA: CULTURA ANOS 60 E 70

Leila Diniz e os anos 1960 no Brasil

     Durante os anos 1960, a sociedade brasileira era muito conservadora. Eram exigidos das mulheres comportamentos como a submissão aos homens e que elas não expressassem o que pensavam. Embora muitas trabalhassem, para elas estava reservado o papel de esposas, mães e donas de casa.
     É nesse contexto social muito conservador, agravado no plano político com a ditadura militar, que se destacou uma bela jovem carioca: Leila Diniz. Ela trabalhou como atriz no teatro, no cinema e na televisão. Bonita e talentosa, logo se tornou conhecida do público. Dela se esperava o papel reservado às mulheres da época: casamento e filhos. Não foi o que aconteceu.
     Leila, em suas entrevistas, dizia o que pensava e expressava seus sentimentos. Suas atitudes subvertiam o papel exigido das mulheres - recato e submissão. Além disso, ela não estava preocupada com a repressão política da ditadura, mas sim com a repressão da família e da própria sociedade. Sua preocupação era com a liberdade individual.
     Depois do reconhecimento no filme Todas as mulheres do mundo, de 1967, ela concedeu entrevista ao jornal Pasquim, dois anos depois. Vivia-se o período mais duro da ditadura militar. Em seu depoimento, ela falou 70 palavrões, todos substituídos por asteriscos devido à ação da censura federal. Falar palavrões era algo condenável no comportamento feminino da época. Falou também de suas experiências sexuais, desvinculando sexo do casamento. A entrevista teve grande repercussão na época: Leila foi intimada a comparecer à Polícia Federal e obrigada a assinar um documento se comprometendo a não falar mais palavrões. Também foi proibida de aparecer na televisão.
     Leila queria ser mãe, mas não queria estar casada. Assim, tomou a opção de ter um filho fora do casamento. Para a época, tratava-se de um verdadeiro escândalo. Mas para ela era uma escolha consciente em sua própria vida. Nos últimos meses de gravidez, ela resolveu ir à praia. Pôs um biquíni, um chapéu e mostrou sua barriga em público. Novo escândalo. Sua foto nos jornais e revistas teve grande repercussão. Sua atitude foi considerada condenável. Até então as mulheres grávidas, quando iam à praia, escondiam suas barrigas com batas. Hoje, as mulheres que mostram suas barrigas não sabem que houve uma pioneira nesse comportamento, que, por esse motivo, enfrentou preconceitos e condenações sociais. Leila mostrou que a maternidade, dentro ou fora do casamento, não é para ser escondida.
     Alegre, irreverente, eleita Rainha da Banda de Ipanema, Leila Diniz expressava sentimentos que estavam contidos e silenciados em milhões de mulheres. Ela abriu o caminho para a mudança do comportamento feminino no Brasil. Sem saber ou querer, foi a precursora do movimento de liberação das mulheres brasileiras.
     Quando sua filha Janaína tinha sete meses de vida, Leila Diniz faleceu, aos 27 anos de idade, em um acidente de avião. Na interpretação da antropóloga Mirian Goldenberg, ficou o exemplo da mulher revolucionária, símbolo dos anos 1960. Ficou a mulher que abriu caminho para que as que estavam silenciosas falassem e mudassem seus comportamentos.

A Jovem Guarda

     Desde meados dos anos 1950, jovens brasileiros estavam ouvindo o rock'n roll que vinha dos EUA e, depois, da Inglaterra. Nessa época, alguns deles tomaram a iniciativa de fazer versões para o português de rocks norte-americanos, como a cantora Cely Campello com a música "Estúpido Cupido". O rock começava a cair no gosto dos jovens. Nas grandes cidades, grupos de rock se formavam, muitos deles continuando com a fórmula de fazer versões para o português de baladas norte-americanas. Assim surgiram grupos como The Golden Boys ou Renato & Seus Blue Caps. O movimento tomou fôlego com a gravação de Roberto Carlos da música "Splish splash", também uma versão de letra norte-americana. A seguir, "Parei na contramão" e "O calhambeque" tornaram Roberto Carlos um artista de grande sucesso. Mas foi em agosto de 1965 que estreou na televisão, em São Paulo, um programa em que artistas apresentavam o novo estilo musical que explodia em sucessos no país: "Programa Jovem Guarda", sob a liderança de Roberto Carlos. O sucesso foi imediato. Somente na cidade de São Paulo a audiência era de 3 milhões de pessoas. O programa de televisão foi fundamental para popularizar o estilo musical que recebeu o mesmo nome: Jovem Guarda. As grandes estrelas eram Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléia. A expressão lê-lê-lê, como sinônimo da Jovem Guarda, foi tirada de uma letra de música Beatles que falava yeah, yeah, yeah. Mesmo com o reconhecimento do público, os artistas continuaram cantando versões de rocks de língua inglesa e, inclusive, de músicas italianas.
     O programa de televisão "Jovem Guarda" tornou-se um referencial de moda e comportamento para a juventude. No vestuário masculino, a moda era usar calça: apertadas de cintura baixa e bocas largas também jeans. As camisas eram largas, de malha e manga comprida; as blusas tinha gola rolê; para as mulheres, minissaias com botas de cano alto ou vestidos no estilo "tubinho". Tudo muito colorido para ambos. Expressões como "mancada", "coroa", "cara", "legal", "gatinha", "brotinho", "barra limpa" e "barra suja" eram muito faladas pelos jovens e muitas delas permanecem até hoje na linguagem cotidiana.
     As letras das músicas falavam de carros, festas, garotas, namoros ingênuos e paixões não correspondidas. Não havia nenhuma preocupação política ou social. O uso de guitarras elétricas, os cabelos compridos, a utilização de palavras em inglês e o descompromisso com a política causavam repulsa entre os jovens de esquerda, que desprezavam abertamente a Jovem Guarda.
     Com o surgimento da Tropicália, a Jovem Guarda perdeu muito de seus elementos originais, como o uso de guitarras elétricas, os cabelos compridos e as roupas coloridas. Em 1969, com o fim do programa de televisão, a Jovem Guarda deixou de existir e cada um seguiu sua própria carreira artística.

A revolução estética: o movimento Tropicalista

     Na década de 1960, intelectuais, escritores, cantores, compositores, atores, cineastas e artistas plásticos participaram ativamente da política e muitos se engajaram em projetos revolucionários. A renovação artística tornou-se muito politizada após o golpe militar. Com o movimento sindical reprimido, as esquerdas investiram na produção cultural. Assim, no teatro, artistas que tinham atuado nos Centros Populares de Cultura da UNE montaram o show Opinião. No palco estavam Nara Leão (cantora de classe média), Zé Kéti (sambista carioca) e João do Vale (compositor de origem nordestina). Portanto, a classe média intelectualizada, o homem do morro carioca e outro de origem rural surgiam como os verdadeiros representantes do povo brasileiro. Mas foi em 1967 que ocorreu uma verdadeira revolução artística no Brasil: Glauber Rocha lançou o filme Terra em transe, o grupo teatral Oficina montou a peça O rei da vela, Chico Buarque encenou Roda-viva e Caetano Veloso e Gilberto Gil inauguraram o movimento musical conhecido como Tropicália.
O conjunto de obras causou impacto pela inovação e ousadia. Cansados da MPB politizada, os fundadores da Tropicália queriam juntar a música brasileira com o movimento de contracultura que ocorria nos EUA e com o rock internacional. O projeto era o de produzir uma arte que fosse mais universal, mas sem negar a cultura brasileira. Assim, em 1967 e 1968, o Tropicalismo tornou-se um dos movimentos mais originais da música brasileira.
     Diversos artistas engajaram-se no movimento: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, o conjunto Os Mutantes, Glauber Rocha, Hélio Oiticica, José Celso Martinez Corrêa e outros. Eles misturaram elementos modernos com antigos, nacionais com estrangeiros, bem como a produção cultural das elites com a da cultura de massa.
     Juntaram o samba, o frevo e o baião com o rock internacional. Recorrendo à irreverência, ao deboche, à informalidade e à improvisação, os tropicalistas introduziram guitarras elétricas na música brasileira. As roupas eram coloridas e largas, como a dos hippies.
     O movimento começou no III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, em 1967, quando Gilberto Gil cantou "Domingo no parque" e Caetano Veloso concorreu com "Alegria, alegria". Apresentando-se com guitarras elétricas, foram vaiados pelos jovens de esquerda. No ano seguinte veio a público o disco mais representativo do movimento: Tropicália ou panis et circensis. No III Festival Internacional da Canção da Rede Globo, Caetano foi novamente vaiado pela plateia de jovens de esquerda quando cantou a música "É proibido proibir". E replicou: "Essa é a juventude que quer tomar o poder? Se vocês forem em política como são em estética, estamos perdidos ( ... )".
     O movimento refluiu quando a ditadura decretou o AI-5. Caetano e Gil foram presos e partiram para o exílio na Inglaterra.

De volta a 67
Documentário aborda a final do conturbado III Festival da Record

Aline Carvalho
     Quase 43 anos depois daquela noite de 30 de outubro de 1967, é curioso como a final do III Festival da Record ainda repercute na cultura brasileira. O documentário “Uma noite em 67” de Renato Terra e Ricardo Calil, investiga o que estava por trás da competição entre as seis músicas finalistas da competição, ocorrida no fervor da ditadura militar no país. Para Nelson Motta, crítico musical e jornalista entrevistado no filme, “é naquele momento que explode o tropicalismo, que racha a MPB, que Caetano e Gil se tornam ídolos instantâneos, que se confrontam as diversas correntes musicais e políticas da época”. 
Naquele momento,  “Ponteio” (Edu Lobo), “Roda Viva” (Chico Buarque), “Domingo no Parque” (Gilberto Gil), “Alegria, alegria” (Caetano Veloso), “Maria, Carnaval e Cinzas” (Roberto Carlos) e “Beto Bom de Bola” (Sérgio Ricardo) representavam os embates políticos que eram travados na cena cultural, entre a juventude engajada, a liberação dos costumes e a despolitização acentuada com a consolidação da cultura de massas. Era música “jovem” e a música “brasileira”. A questão era: porque não uma “música jovem brasileira”?     Graças à parceria com a Record Entretenimento, o filme traz cenas das entrevistas nos bastidores e as apresentações na íntegra e remasterizadas, transformando a sala de cinema no teatro Record daquela noite. É de se observar, no entanto, que apesar daquele festival envolver nomes como a apresentadora Cidinha Campos, a cantora Maria Medalha (intérprete junto a Edu Lobo na música vencedora "Ponteio"), Elis Regina e Nara Leão - que, embora não tenham se apresentado naquela final, foram importantes nomes da música brasileira-, nenhuma mulher é entrevistada no filme.
    O filme leva o espectador de volta a década de 1960, quando a Guerra Fria trazia o embate entre o modelo capitalista e o socialista e, acreditando-se próxima a um governo de esquerda, as bandeiras da juventude ganhavam ares de “revolução”. A chegada da ditadura militar em 64 foi um balde de água fria para os militantes que depositaram suas esperanças em ver o “povo” no poder. Por um lado, a repressão do governo fez calar aqueles que atrapalhavam os interesses do regime e, por outro, possibilitou a consolidação no país de uma indústria cultural nos moldes norte-americanos.
     Enquanto Roberto Carlos e a Jovem Guarda embalavam as tardes de domingo de grande parte da juventude daquela época, artistas considerados engajados, como Geraldo Vandré, Chico Buarque e Edu Lobo, intensificavam o processo de nacionalização e politização na chamada música popular. Porém, se alguns consideravam qualquer influência cultural estrangeira uma ameaça à resistência ao regime militar, os baianos mostraram no Rio de Janeiro que a sociedade poderia ser um pouco mais complexa, misturando berimbau com guitarras elétricas e propondo um estilo musical que deu novos rumos à música brasileira naquele momento.
     Sem grandes pretensões de ser um marco “político, musical, histórico, transcendental”, segundo o diretor da Record Paulinho Machado de Carvalho, e tomar a proporção que tomou, os festivais tinham naquela época um papel semelhante ao da novela nos dias de hoje. Com a chegada da televisão no país, o conteúdo do rádio começava a migrar para o formato audiovisual e os festivais se tornaram importantes vitrines para músicos como Elis Regina, Jair Rodrigues, Tim Maia, Nara Leão, entre muitos outros. No filme, Paulinho Machado conta que sua preocupação era “fazer o festival dar certo, em termos de produção”, em meio a ânimos tão exaltados. Entre as pérolas do festival (e do filme), está a cena em que Sérgio Ricardo, revoltado com as vaias que o impediam de cantar, quebra o violão no palco e o atira na plateia, sendo desclassificado em seguida.
     As vaias tinham cadeira cativa nas apresentações. Para a jornalista Ana Paula Sousa, da Folha de São Paulo, era um Brasil que, “calado pela ditadura, parecia disposto a vaiar quem quer que fosse, de Roberto Carlos a Caetano Veloso”. As disputas políticas em torno da música popular brasileira eram refletidas no palco e principalmente na plateia organizada, que dava ares de final de Copa do Mundo à competição. A própria organização do festival e a seleção dos finalistas lembrava ringues de batalha entre “personagens”: Chico Buarque, o mocinho; Roberto Carlos, o galã; Edu Lobo, o politizado; Caetano e Gil, os baderneiros. Zuza Homem de Mello, técnico de som da Record no festival e consultor do filme, conta que “a plateia estava a fim de destruir as músicas de que não gostava, muitas vezes por razões políticas. Era um tipo de fanatismo que nunca tínhamos visto em um festival”.
(Formada em Estudos de Mídia pela UFF e mestranda em "Indústrias Criativas: web, mídia e artes" pela Universidade Paris VIII, Aline Carvalho é autora do livro Produção de Cultura no Brasil: Da Tropicália aos Pontos de Cultura.)


Uma Noite Em 67


Direção: Renato Terra, Ricardo Calil.
Ano: 2010
Áudio: Português
Duração: 85 minutos
Tamanho:  MB



Futebol e ditadura: a Copa de 1970
 
     A Copa do Mundo de 1966 foi realizada na Inglaterra, onde o Brasil esperava conquistar o tricampeonato e ficar definitivamente com a taça Jules Rimet. O time brasileiro mesclou jogadores veteranos, como Djalma Santos, Bellini e Garrincha, com novos talentos: Tostão, Gérson, Carlos Alberto e Jairzinho. Entre os dois grupos, reinava Pelé. O clima de euforia era enorme. O resultado foi um fiasco: o Brasil foi eliminado na primeira fase, após levar um "baile" de Portugal: 3 x 1.
     Em 1969, o novo técnico, João Saldanha, convocou uma seleção usando a base do Santos e do Botafogo, os melhores times do Brasil naquela época. Sua missão era classificar o Brasil para a Copa do México, em 1970. O time ficou conhecido como "as feras do Saldanha" e ganhou todos os jogos das eliminatórias. No entanto, João Saldanha foi demitido pouco antes da Copa. A versão oficial é a de que o técnico não aceitou a interferência do general Médici, que insistia na convocação do simpático centroavante Dario, o Dadá Maravilha, grande artilheiro na época. A versão oficiosa era a de que o regime militar não queria ganhar uma Copa com um técnico militante do PCB. A seleção brasileira foi para o México sob o comando de Zagalo e com Dario convocado. Apesar de desacreditada, venceu todos os adversários, culminando com uma exibição de gala na final: 4 x 1 contra a Itália. Pela primeira vez, uma Copa do Mundo foi transmitida para o Brasil ao vivo pela TV.
     A seleção brasileira tinha um poderoso ataque, formado por Jairzinho, Pelé e Tostão, junto com um meio-campo eficaz e criativo, composto por Gérson, Clodoaldo e Rivelino. A defesa não era brilhante, mas sabia segurar o adversário nos momentos decisivos, como no jogo contra a Inglaterra; e, se falhasse, o ataque fazia gols para compensar. Mas havia um problema que incomodava muita gente: o Brasil vivia o período mais duro da repressão política e a vitória da seleção poderia ser utilizada pelos generais para popularizar a ditadura. Ao final, a maioria esqueceu a questão política e torceu pela "seleção canarinho", como se dizia na época.
     A vitória brasileira foi espetacular e consolidou o prestígio do país no futebol internacional. Internamente, o regime militar incorporou a vitória na Copa como mais um instrumento de propaganda. Médici recebeu os atletas em Brasília demonstrando imensa alegria, diante das câmaras de televisão. Enquanto o Brasil jogava a Copa, em junho de 1970, a guerrilha urbana sequestrava o embaixador alemão no Rio de Janeiro. Para os guerrilheiros só interessava libertar os companheiros presos nos "porões" da ditadura.

Ditadura militar e propaganda política

     Desde os primeiros momentos de março de 1964, a imagem passada pelos governos militares foi soturna, sombria. A sisudez e a circunspecção dos uniformes, as cataduras graves dos "homens sérios", tudo isso esteve claramente estampado em imagens que eram divulgadas na imprensa. Como se sentir coparticipante, otimista, solidário com tal aparição? Quepes, uniformes, ares de comando – tudo inspira temor, pois lembra a polícia, a força, o monopólio do uso legal da violência. (...) Foi no início de 1970 que a sociedade brasileira deu-se conta da existência da nova propaganda. Os primeiros filmes da Aerp (Assessoria Especial de Relações Públicas) começaram a ser veiculados. Mas foi com o comercial divulgado em março de 1970, que mostrava um gol de Tostão na Copa do Mundo, que eles realmente chamaram a atenção. A propaganda dizia que o futebol e a vida se equivaliam: "O sucesso de todos depende da participação de cada um". (...) A partir de fins de abril de 1976 iniciou-se o que seria a grande campanha da ARP [Assessoria de Relações Públicas}, anunciando que: "Esse é um país que vai pra frente". A campanha supunha uma série de subtemas, sendo produzidos mensalmente oito filmes para exibição na TV - num total de 10 minutos diários - e no cinema (três pequenos filmes por sessão). Os assuntos se renovavam a cada 15 dias. (...) Somente na etapa inicial dessa campanha, 5 mil discos foram distribuídos para 800 estações de rádio (...). O símbolo da campanha era uma gaivota estilizada e, nesse comercial, os personagens a empinavam, como se fosse uma pipa. Mas o curioso eram os personagens, na verdade crianças. Havia um índio, um louro, um negro um caipira, um oriental e uma menina. (...) A grande preocupação da Aerp/ARP era a de transparecer um clima de paz, de concórdia.
(FICO, Carlos. Reinventando o otimismo. Ditadura propaganda e imaginário social no Brasil. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 1997.p.59, 103, 109, 127-129.)


Fonte:
BRAICK, P. R.; MOTA, M. B. HISTÓRIA Das Cavernas ao Terceiro Milênio. S.P.: Ed. Moderna. 2010.
NOGUEIRA, F.H.G.; CAPELLARI, M. A. Ser Protagonista. S.P.: Edições SM. 2010.
VAINFAS, Ronaldo; (Et. Al.); HISTÓRIA O Mundo por um fio: do século XX ao XXI. S.P.: Ed. Saraiva. 2010
http://www.revistadehistoria.com.br/

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